Metabolismo Humano Do Ferro

Metabolismo Humano Do Ferro 1

O metabolismo humano do ferro é o conjunto de reações químicas que mantêm a homeostase humana do ferro, tal a nível sistémico como smartphone. O ferro é um oligoelemento importante para proporcionar a sobrevivência de quase todos os organismos vivos.

a Sua participação em grupos heme e as proteínas ferro-enxofre envolve em funções muito diversas, ao mesmo tempo que fundamentais: transporte de oxigênio, replicação do DNA, metabolismo energético e respiração celular. O ferro é um bioelemento obrigatório, entretanto potencialmente tóxico, dada a sua facilidade para a troca de elétrons com muitos substratos originando espécies reativas de oxigênio segundo a reação de Fenton. Isso gera estresse oxidativo, peroxidacion lipídica e prejuízo do DNA, o que por ventura poderá resultar numa morte celular antecipada. Por que o prescrito nos parágrafos precedentes, compreende-se que o metabolismo do ferro precisa de uma regulamentação adequada e muito fina para a manutenção da saúde humana.

Em hematologia estuda o metabolismo sistêmico do ferro, em razão de é primordial para os glóbulos vermelhos, onde se contém a maior parte do ferro do corpo. A compreensão do metabolismo do ferro bem como é respeitável para o estudo das doenças relacionadas com o excedente (como por exemplo, o estudo do intestino delgado hereditária) ou tua deficiência (anemia por deficiência de ferro). O ferro é o elemento traço mais abundante no organismo animal e, igualmente, no ser humano. No estômago, fração dos sais férricas se reduzem a ferrosas devido ao pequeno pH gástrico e a ação da vitamina C, que contribui esta reação.

Do estômago o ferro ingerido passa pro duodeno, onde os sais férricas restantes são transformados em sais de ferro pelas enzimas DcytB, que são ferrorreductasas. Todo o ferro inorgânico tem de ser convertido em Fe (II), já que o intestino delgado é qualificado de juntar os sais de ferro, entretanto não férricas.

O Fe (II) ingressa no enterocito por meio da proteína transportadora DMT1, encarregada assim como do transporte de outros metais, como zinco, cobre e cobalto. De todo o ferro inorgânico consumido pela dieta, apenas por volta de 2% é absorvida. Os grupos heme são incorporados no interior celular por intermédio de uma proteína transportadora.

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Dentro do enterocito o grupo heme é arrebentado e o Fe (II) tema ele se livra. Em quase todos os alimentos tem ferro, todavia em muito pouca quantidade. Na dieta podem entrar dez mg e deles só é absorvido no intestino dez % (1 mg).

Diariamente se tende a perder 1 mg por aquilo que se cobre a perda. O ferro é achado em todas as células, por causa de os citocromos e novas enzimas são ferrodependientes. As perdas de ferro, em condições normais, devem ser a descamação da pele (perda de células com ferro) e a descamação de enterócitos intestinais.

Se há perdas de sangue superiores às fisiológicas (sangramento menstrual excessivo, perdas intestinais escondidas e novas), as necessidades de reposição aumentam. O ferro absorvido é transportado pela transferrina. O ferro sempre necessita estar unido a proteínas, em razão de se não provocaria radicais livres.

A transferidora o leva pra medula óssea pra formar as células vermelhas do sangue e, após 120 dias irão para o baço, para ser degradados e o ferro torna-se a usar. A transferrina leva o ferro para todas as células do corpo humano, por isso, todas as células vão ter receptores para a transferrina para tomar o ferro.

O fígado é o local onde se armazena o ferro, e por ser muito oxidante necessita estar ligado a uma proteína intracelular que é a literatura. No baço os eritrócitos são destruídos por macrófagos e reutilização do ferro, enviando-o ao fígado.