Como Formar Séries Para a Criação T

Como Formar Séries Para a Criação T 1

Estas gurias que se aproximam da televisão tentando modificar de canal, deslizando os dedos de unidade na tela e aprendem a desprezar a publicidade do Youtube antes de deixar claro pertencem à criação T, assim como chamada de geração de toque. “Eles mudaram a nossa maneira de contar histórias, porque entendem a comunicação de um modo distinto e isto nos obriga a moldar-nos”, apontava por este encontro Sebástian Vibes, diretor de vendas da Viacom International Studios.

Mesmo em shows (como o recente musical “A Patrulha Canina: corrida para o resgate” ou produtos de consumo (brinquedos, têxteis, de uso privativo e videogames, entre outros). Pra que as histórias sejam coerentes no universo digital, o essencial é concebê-las desde o começo, como todo um mundo, e não meditar em conteúdos que não saem na televisão, como um mero acessório.

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No mínimo se o intuito é seduzir gurias e pré-jovens. Isto coloca também desafios a nível de realização. “Quando você cria conteúdo, há que contemplar presupuestariamente acrescentar assunto transmídia para criar uma espécie de árvore de conteúdos, onde os diferentes ramos interajam entre si, e isto nem sempre é descomplicado, nós estamos aprendendo sobre a marcha”, reconhece Gutman. Por esse novo meio ambiente, anuncia, está surgindo uma nova figura, o chefe de produto.

“É uma expansão do papel do escritor. Eles planejam o que fazem os personagens quando não estão nos 22 minutos de conteúdo linear. Assim sendo, a audiência se torna cocreadora. É a mesma história, contada de outra forma, segundo o risco de tema que siga cada criança”, revela Gutman, que acredita que por este porquê as cadeias pra gurias não precisam ser avaliadas apenas pela tua audiência. “Imediatamente, a moça é um espectador ligeiro, que se interessa por focos ou conteúdos, que, tradicionalmente, elas foram dirigidas a um público mais “adulto”. O segmento pré-escolar continua a ser um público claro, todavia a faixa entre 6 e 11 anos, incorporou entre tuas preferências novas temáticas, menos estáveis e mais difíceis de reconhecer, que respondem a moda”, adiciona Groba.

Em um panorama tão fragmentado, onde continuam mandando as grandes marcas e franquias, um dos grandes desafios é conciliar o lazer com a educação. “Há sempre alguém no micro computador dedicado pra psicopedagogia, que por esse tipo de dúvidas”, observa Vibes.

“é preciso recordar que as meninas vivem em um procedimento educativo constante, e quando acender a televisão , o celular ou tablet buscam outra coisa. Imediatamente, os conteúdos de entretenimento se são capazes de (e em nosso caso, devem) ser divulgadores. Programas como “Cidades de Lenda”, “Chamada” de Urso” ou “Peppa Pig” são engraçados, mas também difundem valores de igualdade, conhecimentos de história, arte ou literatura, solução de conflitos, etc…”, acrescenta o responsável do Clã. Esta convicção a respeito da seriedade de partilhar assunto com valores é a máxima com que trabalham todos os gestores de canais infantis. Embora o caminho para seduzir as gurias, desde a televisão seja cada vez mais tortuoso e não façam parte nesse “público” comercial”, são as dificuldades do futuro. “Um componente respeitável de atração pra recentes plataformas de consumo (Netflix, Amazon, ou a própria Atresplayer) é pontualmente o tema infantil”, lembram-se do Antena, onde dedicados aos mais menores, divisão da programação da Neox.