Poderia Jordi Sànchez Ser Eleito “presidente” Da Catalunha?

Poderia Jordi Sànchez Ser Eleito "presidente" Da Catalunha? 1

O nome de Jordi Sànchez, ex-presidente da Assembleia Nacional Catalã, soa cada vez com mais potência como candidato à presidência da Generalitat, como antes soaram os de Marta Rovira (ERC) ou Elsa Artadi (PDeCAT). Todavia, as questões sobre a viabilidade dessa opção, que tem apoiado expressamente Carles Puigdemont, são várias, visto que o deputado eleito está em prisão preventiva. O ex-presidente da áfrica do sul se encontra pela prisão de Soto do Real (Madrid) em ocorrência de prisão preventiva, comunicada e desnecessário de caução, desde o passado dia dezesseis de outubro.

É investigado por sedição e rebelião na razão contra o procés. Concorreu às eleições do 21-D como número 2 da listagem de Junts per Catalunya. Foi eleito deputado e, através de uma pessoa da candidatura —assim o permite a lei, como neste momento descreveu 20minutos—, apresentou tuas credenciais no Parlament.

A diferença de Oriol Junqueras, Sànchez não pediu ao juiz Llarena, o instrutor do Tribunal Supremo, destinar-se à sessão constitutiva do Parlament de 17 de janeiro (exvicepresident recebeu um ‘não’). O magistrado, em cada caso, sim, confirmou a ambos (e Joaquim Forn) que podiam comprar a “condição” plena de parlamentares. Junqueras e Sànchez solicitaram depois de uma permissão “extravagante” pra investidura (trinta de janeiro), que, enfim, foi adiado.

também Não se lhes concedeu. O juiz não os deixaram encaminhar-se, porém sim avaliá (não é portanto com os fugidos em Bruxelas): o Parlamento, de acordo com suas indicações, aprovou a delegação de voto em outros deputados para Sànchez, Junqueras e Forn. O magistrado, todavia, foi mais além, visto que decretou assim como a tua “incapacidade interessante prolongada” para executar com tuas obrigações parlamentares, uma questão que nesta ocasião podes se transformar em um bloqueio pra Sànchez.

A Lei Penal, por direito, sim contempla permissões, em certos casos, para os presos, contudo tudo está nas mãos do juiz. A primeira vez que o juiz negou a saída de prisão a Sànchez foi ao longo da campanha eleitoral (14 de dezembro); a Segunda turma do Supremo Tribunal avaliou no passado dia dezesseis de fevereiro esta decisão. À margem de saídas pontuais, o exdirigente da CNA solicitou, sem sucesso, a circunstância geral de privação de independência. O magistrado Llarena acredita que, em teu caso, há um traço evidente de reiteração do crime e no passado dia 6 de fevereiro, confirmou que deveria prosseguir pela prisão.

Este é outro dos elementos que, a dia de hoje, impediria a viabilidade de uma possível candidatura. O advogado de Sànchez diz que vai reverter a requisitar a liberdade de seu freguês perante o TS se é proposto como candidato.

  • Um Ano
  • 5 A Guerra do Vietnã
  • 3 Líder da oposição (1989-1996)
  • C’s necessita de que os orçamentos previstos no wi-fi gratuito no Metro
  • Secretaria de Cooperação Internacional
  • cinco Suami ou gosuami
  • 25-jul-2019: PUBLICAÇÃO DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO
  • #233 claunchin

Se for descartada, será solicitado uma permissão para que você possa olhar à investidura, bem que depois tenha que retornar para a prisão e exercer ali. Por outro lado, Sànchez e Cuixart —presidente de Òmnium, que não se apresentou às eleições— avisaram um plano de amparo ao TC em relação à tua situação de prisão preventiva.

O Tribunal admitiu pra preparar-se, contudo ainda não se pronunciou. O tópico surgiu com Puigdemont, único candidato oficial até o momento pra primeira investidura. Em 1986, João Carlos Avenida concorreu às eleições bascas pela lista de Herri Batasuna (HB) pra província de Guipúzcoa.

Estava em prisão preventiva por suspeita de liga ETA. Após ser nomeado deputado da coligação abertzale apresentou-se como candidato a lehendakari e o juiz lhe permitiu sair para intrometer-se pela Câmara. José Antonio Ardanza foi eleito regulamento e Avenida voltou pra prisão. Rafael Hernando (PP) foi apelidado de “disparate cósmico” que Sànchez seja candidato e Inês Arrimadas (Cs) é de avaliação que significa “arrastar o recurso e liarla mais”. Eva Granados (PSC) foi avisado de que seria um “problema político” e Elisenda Alamany (Catalunya Em Commune-nós podemo) disse que seria legal, a despeito de Rafael Mayoral (nós Podemos) tem evitado tomar partido.